Conselho Federal de Medicina decide: cesárea só após a 39ª semana de gestação

Via Catraquinha Livre

Achei muito válida essa resolução,amigas !

Garante a segurança da mãe e do bebê !

 

 

Uma nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que será publicada no Diário Oficial da União essa semana, define que a opção da gestante pela cesariana só pode ser feita após a 39ª semana de gestação. Uma vez publicada no Diário Oficial da União, a norma, que deverá ser seguida por todos os médicos do país.

O Ministério da Saúde estima que, no Brasil, 25% a 30% dos partos sejam cesarianas. De acordo com pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada em 2014, 50% dos partos do país seriam cesáreas. Na rede particular, o índice chegaria a 88%.

Mesmo com a resolução, a gestante pode optar por uma cesariana, mas, para isso, será obrigatório que ela assine um termo de consentimento livre e esclarecido pelo médico, contendo um registro da escolha.

“É direito da gestante, nas situações eletivas, optar pela realização de cesariana, garantida por sua autonomia, desde que tenha recebido todas as informações de forma pormenorizada sobre o parto vaginal e cesariana, seus respectivos benefícios e riscos”, trecho da resolução do CFM.

A resolução, ainda, autoriza o médico responsável a não realizar o procedimento da cesárea, se achar que o parto normal é o mais indicado para aquela paciente. Segundo o CFM, médicos só não podem recusar fazer atos dos quais discordam quando há o risco para a paciente.

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5 dicas de decoração para quarto de menina – Guest Post

Ela já não é mais um bebê e está querendo um quarto com cara de princesinha? É… Essa fase sempre chega e costuma ser muito interessante. Isso quer dizer que a sua garotinha está começando a descobrir os seus gostos e mostrar a sua personalidade. Mas, e agora? Como saber qual a decoração certa para o quarto da minha menina?
Fique calma! A principal dica é incluir a sua filha na escolha das cores, móveis e acessórios que farão parte da nova decoração. Esse passo será primordial para você mamãe conhecer os gostos da sua garotinha e, inclusive, se aproximar ainda mais dela e tornar-se a sua parceira insubstituível.
Se ela não escolher a cor rosa, não se preocupe. Não tem nada de anormal com ela. Simplesmente, ela não tem o mesmo gosto da maioria das garotinhas da sua idade e gosta de outras tonalidades. Ao contrário disso, é ótimo que a sua princesinha tenha uma originalidade só dela na personalidade, não é mesmo?
E pode acreditar! É possível deixar a décor do quartinho super feminina e delicada com outras cores além do rosa. As cores neutras são as mais indicadas para os quartos de meninas e dão um charme especial, mesmo fugindo do tradicional.
Quer saber mais sobre como decorar o quarto da sua filha? Leia esse artigo enviado pela jornalista Raiane Gonoli, do blog Tudo Ela, e confira 5 dicas lindas e incríveis para a decoração de quarto de menina!
Vamos lá?!
Dica 1: Invista em tecidos de parede
Os tecidos de parede são mais indicados do que papel ou tinta no quarto das meninas. Além de ficar super delicado e fofo, ainda é econômico, já que você poderá trocá-lo com facilidade alguns anos depois, quando a sua princesa já estiver entrando na fase adolescente.
Aposte em tecidos com estampas, lisos, tons composês e complementares para não gerar nenhuma monotonia. Uma boa dica é forrar a cama ou as caixas – se tiver um baú, por exemplo – com a mesma tonalidade do tecido na parede. Assim, fica tudo combinando! Mas não exagere! A ideia aqui não é deixar a sua princesa enjoada das cores do quarto, certo?
Dica 2: Acerte na escolha dos móveis
Um quarto cheio de móveis não é o mais indicado para o quarto da sua menina. Portanto, escolha minuciosamente os que farão parte, de fato, da rotina da sua filha.
Os móveis essenciais e básicos que deverão compor o quarto da sua filha é a cama – se for bicama, melhor ainda, pois ela poderá receber as amiguinhas para dormir na sua casa; guarda-roupas, com espaço também para as suas fantasias e acessórios, e uma escrivaninha, bem confortável, para a sua garotinha se dedicar aos estudos.
Dica 3: Nichos para brinquedos são mais que necessários
Lembre-se que as crianças precisam de um espaço para brincar e receber as amiguinhas. Portanto, os nichos para colocar os brinquedos são boas ideias para o quarto de menina. Assim, ela terá acesso mais fácil quando quiser brincar e, ainda, ajudará na décor deixando o quarto super fofo!
Dica 4: Boa iluminação é essencial
Escolher uma boa iluminação para o quarto da sua menina será imprescindível para que ela se sinta à vontade e confortável dentro do próprio espaço. Afinal, ele será o cantinho sagrado dela, onde ela poderá descansar e ter um tempo consigo mesma ou com as amiguinhas.
A iluminação geral é essencial para iluminar todo o quarto. Ela não pode ser muito forte e nem muito fraca para não atrapalhar a brincadeira da sua princesa e nem prejudicar a sua visão. Invista em lâmpadas aplicadas nas luminárias de teto.
A iluminação indireta servirá para ajudar a sua filha a fazer uma leitura mais confortável e estudar de forma mais adequada. Invista em luminárias de parede e teto para ajudar em uma iluminação mais suave. Não se esqueça da luminária na escrivaninha para não atrapalhar os estudos e concentração da sua menina!
E os abajures? Também são essenciais, caso ela queira ler uma historinha antes de pegar no sono. Existem uns modelos lindos dedicados especialmente para meninas. Que tal incentivá-la a escolher o estilo que ela mais gosta?
Dica 5: Espelho, espelho meu!
Não há princesa que resista aos espelhos! Por isso, aposte nos espelhos para deixar a decoração do quarto da sua filha ainda mais apaixonante.
Além de dar asas à fantasia e vaidade da sua pequena, os espelhos também podem ser muito estratégicos, dependendo do local onde você os colocar. Eles podem ampliar visualmente o tamanho do quarto e dar um tom super chique à décor!
Gostou das dicas para decorar o quarto da sua menina?
Boa sorte!

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Creche Lança a primeira fralda social do Brasil

A creche Cantinho Vó Georgina, em Porto Alegre, acaba de lançar um produto inovador: a primeira Fralda Social do Brasil. Dependentes da doação de alimentos, roupas, material escolar e de higiene (inclusive fraldas!), as filhas da vó Georgina, junto com um grupo de apoiadores, resolveram fazer o que sua mãe (vó) sempre as ensinou: trabalhar para merecer.

 

Quem conhece e convive com a vó Georgina, 68 anos, sabe que cada papo com ela é uma aula de vida. Dos valores mais essenciais a um ser humano, como atenção, respeito e liberdade, até questões sociais mais latentes como autoestima, honestidade e tolerância, ela certamente é uma pessoa diferenciada. E compartilha suas vivências com cerca de 150 crianças em situação de vulnerabilidade social dentro da vila Jardim Marabá, zona sul da capital gaúcha. “Eu sei que, aqui, não vamos formar assaltantes”, diz a vó.

 

Acontece que os pais e as mães dessas crianças não têm condições de cuidá-las, muito menos de pagar por quem faz isso por elas. É por isso que, numa iniciativa conjunta com pessoas e empresas apoiadoras, o Cantinho Vó Georgina instalou, em local próximo à creche, uma confecção de fraldas descartáveis. Mais que isso, lançou um website www.fraldasocial.com.br, onde qualquer pessoa pode escolher o número de fraldas a encomendar de sua produção, e ao mesmo tempo, encaminha-las em forma de doação para outras creches da cidade.

 

“É um produto social nas duas pontas: de um lado, o trabalho da confecção irá sustentar o Cantinho Vó Georgina. Por outro, você estará doando fraldas descartáveis para outras iniciativas cujo recurso é geralmente raro em doações, caro para os pais, e demandado diariamente pelas crianças, com uso constante e ininterrupto”, pondera Rodrigo Vicêncio, diretor da Ponto Marketing Social, empresa idealizadora do projeto.

 

O sócio dele, Claudio Oliveira, vai mais longe: “a ideia partiu delas, pois só assim o projeto se tornaria uma verdade, para a sociedade e a própria comunidade. Nosso trabalho foi pensar numa estratégia criativa que pudesse potencializar sua vocação social e torna-la sustentável. Esperamos que assim seja”.

Segundo os idealizadores, a ideia é expandir o projeto para outras cidades do país, reproduzindo o modelo de empreendimento social sustentável, onde cada comunidade possa ser uma produtora de fraldas e distribui-las a nível local ou regional.

 

Neste link é possível ver o video de divulgação do projeto:

https://www.youtube.com/watch?v=0inEkAaiXHM

 

Os resultados podem ser acompanhados na fanpage da Fralda Social no facebook.

www.facebook.com/fraldasocial

 

BAcana né ?

Quem puder ajudar a divulgar vai ser bem legal !

Bjs

 

Fralda Social 01- Foto Cláudio Oliveira

 

Logo Fralda Social

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Além do vírus da Zika e do H1N1, será que a caxumba também é uma preocupação às grávidas?

Números de casos aumentaram na Região Sudeste. Especialista explica o risco da doença em grávidas e em recém-nascidos

 

 

Um surto de caxumba no Sudeste está preocupando a população, especialmente as grávidas, que em menos de um ano já tiveram – ou ainda têm – que lidar com o medo da Zika e da H1N1. Em São Paulo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, nos primeiros quatro meses de 2016, houve um aumento de 500% no número de casos de caxumba – doença contagiosa viral que provoca inchaço doloroso das glândulas na garganta. Enquanto em 2015 foram identificados e registrados 41 casos, no mesmo período desse ano, foram 275.

 

Embora os casos se concentrem mais em São Paulo, a preocupação se estende para os demais estados, especialmente porque é uma doença contagiosa e logo teremos férias escolares e Olimpíadas no Rio, em que haverá um intenso tráfego de pessoas em aeroportos, rodoviárias e pontos turísticos, preocupando os especialistas. O gerente da UTI materno-fetal e da unidade semi-intensiva do Grupo Perinatal, Dr. Roger Rohloff, explica que o risco para gestantes é baixo, mas deve ser considerado em epidemias como esta de agora.

 

“A incidência de infecção pela caxumba em gestantes é considerada baixa, mas, em surtos como esse, o número pode aumentar. Normalmente, a caxumba ocorre nos primeiros anos de vida da criança ou em adultos que tiveram contato com essas crianças. Em 30% dos casos, a doença é assintomática e o tempo de incubação do vírus varia entre duas e três semanas no organismo”, explica o especialista.

 

Segundo o médico, se a gestante contrair a doença durante a gravidez, ela provavelmente terá os mesmos sintomas que qualquer outra pessoa que não esteja grávida, que são: inchaço e dor nas glândulas salivares (paroditite), febre, dor de cabeça, fadiga e fraqueza, perda de apetite e dor ao mastigar e engolir. Nos primeiros meses, não há risco para o bebê, entretanto, se a gestante contrair a caxumba poucas semanas ou dias antes do parto, sim. “O que pode acontecer é que a criança pode nascer infectada se a doença for contraída no final da gestação. Não é tão comum, mas existe essa possibilidade o que pode trazer complicações e uma delas é a respiratória, como por exemplo, a pneumonia nos recém-nascidos”.

 

Com relação ao risco de aborto, o médico diz que já alguns anos já houve estudos devido a algumas suspeitas, mas eles não foram bem desenvolvidos e tiveram a metodologia criticada na época. “Na década de 60, houve um aumento do número de interrupções e diziam que eram associados à caxumba, mas pesquisas posteriores não confirmaram essa informação. Mesmo assim, mediante o surto, as grávidas devem ficar em alerta, principalmente no primeiro trimestre da gravidez”, diz Dr. Roger.

 

Vacinação

 

Quanto à vacina, o médico diz que a Tríplice Viral – vacina que protege contra Sarampo, Rubéola e Caxumba –, não deve ser aplicada em gestantes. “Essa vacina é composta por vírus vivos s e por razões teóricas não deve ser administrada em grávidas, embora não exista certeza se pode realmente afetar o organismo fetal. Caso seja aplicada em mulheres em idade reprodutiva, a gravidez deve ser evitada por cerca de 30 dias”, explica o especialista, que termina recomendando que “todas as gestantes, que residam nas cidades onde tem o surto, evitem o contato com pessoas infectadas”.

 

Entre as precauções para evitar a doença, é aconselhável lavar sempre as mãos, usar álcool em gel, desinfetar superfícies e objetos (como brinquedos) contaminados, evitar ambientes fechados e o contato com saliva e secreções das vias aéreas de pessoas com caxumba.

 

Foto - Google

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